A ÁGUA COMO UM DIREITO HUMANO

A ÁGUA COMO UM DIREITO HUMANO


Ana Karolina da Silva Ferreira (IFPB)

Breno Ednaldo de Souza Silva (IFPB)

Graziela Oliveira da Silva (IFPB)

Guilherme De Souza Araújo (IFPB)

Jorge Luiz Feitosa Ramos Neto (IFPB)

Ketly Williene Dos Santos (IFPB)

Luana Jéssica Ferreira Da Silva (IFPB)

Lyvia Bianca Ferreira da Silva (IFPB)

Rennan Gonçalves Reis (IFPB)

Orientadora: Profa. Louize Lidiane Lima de Moura (IFPB)


A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, no contexto do pós-guerra. Segundo sinaliza o documento, os países-membros comprometeram-se a promover, por exemplo, o progresso social, a liberdade e melhores condições de vida (ONU, 1948). Considerando este último ponto, compreendemos o acesso à água potável como um Direito Humano, uma vez que constitui elemento essencial para nossa existência. Sua falta causa um impacto gigante em nossas vidas e a sua escassez pode implicar, inclusive, em nossa morte. Num país em que quase 35 milhões de pessoas não têm acesso à água potável e cerca de 100 milhões não têm serviço de coleta de esgoto (ITB, 2021), a temática constitui-se atual e relevante. Para discutir o assunto e apresentar as conclusões a que chegamos após desenvolver o estudo, produzimos um podcast, no cerne da modalidade Experimentando Ciências. A partir de uma pesquisa do tipo abrangente, com coleta de dados em fontes gerais disponíveis em páginas da internet e em repositórios acadêmico-científicos, utilizando o método hipotético-dedutivo, analisamos a crise da água em relação à poluição, à escassez e à falta de investimentos por meio dos governos. Logo, as conclusões a que chegamos são as seguintes: o poder público deve aplicar mais verbas para obras que proporcionem o acesso à água potável no Brasil, fazer chegar água potável às torneiras de todos e não apenas de alguns e promover educação crítica (FREIRE, 1997) para conscientizar a população no tocante à preservação desse precioso bem. A partir do momento que as pessoas se empoderam através da educação, elas passam a ser capazes de promover transformações nas comunidades localizadas em seus respectivos entornos. Enfim, enquanto houver desperdício por parte da sociedade civil e desinteresse dos governos, sempre haverá desigualdades no direito à água potável.


Palavras-chave: Água potável. Direitos Humanos. Método hipotético-dedutivo. Podcast.