O combate ao trabalho infantil: uma questão de consciência

O combate ao trabalho infantil: uma questão de consciência


Orientadora: Jeane de Freitas AZevedo

Componentes: Arielly dos Santos Soares, Amália Rebeka Araújo Pereira, Giovanna Catarina de Andrade Lima França, Lívia Mariane Xavier de Melo, Yasmim Maria Silva França

Turma : 1° RP


O trabalho infantil é proibido por lei. Apesar de proibido, esse problema social é recorrente no Brasil, ainda que todos saibam que a criança não possui estrutura física nem psíquica para se submeter ao trabalho. De acordo com o IBGE,em 2019, 1,8 milhão de crianças e jovens realizavam trabalho infantil, sendo 1,3 milhão em atividades econômicas e 463 mil em atividades de autoconsumo. Segundo essa pesquisa,1 em cada 5, tinha de 5 a 13 anos; 1 em cada 4, tinha de 14 a 15 anos e a maioria, mais da metade, tinha entre 16 e 17 anos de idade. Segundo a UNICEF (Funda das Naçoes Unidas para a Infância), o carácter universal dos direitos humanos significa que eles se estendem igualmente para todas as crianças e todos os adolescentes. No entanto, como sao seres em desenvolvimento, existem alguns direitos humanos adicionais para suprir suas necessidades específicas em termos de proteção e de desenvolvimento ). No Brasil o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina que: “É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”. Mas, como a sociedade vê essa proibição do trabalho infantil? O presente trabalho busca apresentar a situaçao do trabalho infantil no Brasil, à partir da construção de uma revista específica sobre o tema, chamada “Combatendo o Trabalho Infantil”. Nela, apresentaremos dados oficiais do IBGE e o resultado de uma pesquisa própria sobre como a sociedade vê esse problema social na atualidade.



Palavras-chave: Trabalho infantil, ECA, Direitos Humanos, Revista


REvista_Combatendo_O_trabalho_infantil.pdf