Produção e destinação do lixo nos lares de adolescentes do IFPB – uma abordagem reflexiva

Produção e destinação do lixo nos lares de adolescentes do IFPB – uma abordagem reflexiva


Autores: Cássius Ricardo Santana da Silva; Fernanda Vitoria Bezerra Cardoso; José Júlio Juviniano da Silva Oliveira; Kailane Ribeiro da Silva


A presente proposta para o evento “Experimentando Ciências”, incluso no IX Órbita, é promover a troca de saberes em relação a coleta seletiva, tendo como objetivo encontrar soluções para o lixo que as pessoas descartam. A ideia é que tais resíduos sofram separação e possam ser fontes de matéria-prima, podendo ser transformados em outros produtos. O descarte de resíduos sólidos figura como um dos principais problemas ambientais a ser repensado nas próximas décadas já que a quantidade de lixo que produzimos excede a capacidade suporte do planeta, gerando verdadeiras ilhas de poluição, contaminação de solo e corpos d’água e afetando negativamente a vida selvagem. A importância da questão ambiental e da aplicação dos 4 R’s (Repensar, Reduzir, Reciclar e Reutilizar) é abordada em várias de nossas disciplinas, no caso do curso de Multimídia, principalmente em Geografia e Biologia, além dos conceitos de descarte correto de lixo eletrônico, abordado em outras disciplinas técnicas. Nossa metodologia consistirá na elaboração de um questionário que terá como público-alvo nossos próprios colegas de classe, que residem, em sua maioria, nos municípios de Cabedelo e João Pessoa, ambos na Paraíba. O formulário, a ser aplicado online, conterá questões que abordarão os hábitos e práticas diárias das famílias dos estudantes quanto a separação e destinação do lixo produzido em suas residências. Pretende-se, com o presente trabalho, evidenciar o quanto consumimos e, com isso, gerar reflexões sobre nossas ações e como elas impactam o meio ambiente. A partir da escolha do público-alvo da pesquisa, espera-se a geração de reflexões que possam desencadear um processo de conscientização dos pais e alunos de nosso Campus a terem atitudes melhores e contribuírem para a transformação daquilo que não utilizamos no dia a dia, bem como que a prática da separação possa se tornar um hábito, já que é peça fundamental para a coleta seletiva. Os resultados, se significativos, podem ainda ser encaminhados para os órgãos competentes locais e, a partir dos mesmos, poder cobrar, das autoridades, políticas públicas voltada para a coleta seletiva.


Palavras-chave: desenvolvimento sustentável 1. educação ambiental 2. Conscientização 3. coleta seletiva 4.